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Não é Berlim, é Dublin! — Cliffs of Moher

domingo, 19 de fevereiro de 2017

 
Bom, primeiro de tudo, trago boas novas! Quem me conhece e me segue no Instagram já sabe que EU ESTAVA EM DUBLIN, HAHAHA. Voltei pra visitar o meu namorado no finalzinho de outubro e fiquei até o final de dezembro, mas vou explicar isso melhor ao longo do post!  

E o que isso significa, Rafa? 

Mores, isso significa que teremos posts extras na série e também alguns posts de viagens pela Europa, YAY!


LEIA MAIS SOBRE INTERCÂMBIO EM DUBLIN:


Como vocês já sabem, na hora de escolher o país onde faria meu intercâmbio, a localização foi um dos pontos mais importantes pra mim. E já que eu queria um intercâmbio voltado para o inglês, mas também queria a possibilidade de viajar o máximo possível, e o fato da Irlanda estar localizada na Europa foi definitivo para a minha escolha.

Os voos são bem baratinhos para os países da Europa Ocidental, e mesmo se você não tiver interesse em conhecer outros países da Europa, o interior da Irlanda possui as paisagens mais lindas que já vi. São MUITAS cidadezinhas e condados por aqui. Eu, infelizmente, ainda não tive tempo de conhecer todas as que coloquei na minha lista. Mas ao final do post vou deixar a minha listinha aqui, pra compartilhar com vocês e saber de vocês quais delas vocês já conhecem, ouviram falar ou pretendem conhecer um dia.

A minha experiência como turista pela Europa começou aqui mesmo, no interior da Irlanda, em um lugar que sempre esteve na minha travelist desde que me entendo por wanderluster – e que roubou meu coração na primeira vista: Os Cliffs of Moher. 

Apesar da minha vontade enorme de conhecer os Cliffs, a ideia de ir surgiu de amigas que conheci durante o intercâmbio. Elas já tinham quase tudo planejado e quando me avisaram elas já tinham escolhido a agência e o dia.


Como chegar nos Cliffs of Moher:

Nós fomos por uma agência irlandesa chamada Lally Tours, então todo o passeio é guiado por profissionais Irlandeses que falam somente em Inglês. Pra quem não fala nadinha de inglês, recomendo procurarem os tours por agências brasileiras. Mas pra quem já tem um domínio maior, acho uma oportunidade bacana de aprender um pouco da cultura e da geografia da Irlanda através das visitas guiadas por um profissional nativo. 

Lally Tours é uma empresa familiar que organiza tours pelo Oeste da Irlanda desde 1988. Nós fornecemos mais do que apenas visitas guiadas partindo de Galway - Nossos motoristas e guias profissionais estão aqui para ajudá-lo a experimentar o melhor do Oeste da Irlanda. Nós convidamos você a explorar os incríveis penhascos de Moher, as montanhas majestosas do Connemara e beleza das ilhas de Aran.

Os preços são um pouco “assustadores” quando comparados com preços de agências brasileiras ou com os de alguns transfers, mas o serviço oferecido pela empresa vale cada centavo!

O valor do ticket inclui transfer de Dublin até Galway, local onde os tours começam. Ele também inclui uma entrada para o Cliffs of Moher Experience e tours guiados. E apesar de ter um pouco de dificuldade de entender o que o Guia falava no início – Até porque o sotaque Irish é um pouco (muito) pesado, haha – o guia era super engraçado e explicava tudo com paciência. 

O transfer sai do centro de Dublin bem cedinho, às 6:45am. A viagem até Galway dura 2h30min e é super tranquila, dá até pra tirar um cochilo, hahaha. Sem contar que a paisagem das estradas no interior da Irlanda são deslumbrantes!


A Chegada em Galway: Dunguaire Castle e Aillwee Cave

Chegando em Galway, a empresa faz uma concentração na rodoviária e de lá pegamos outro ônibus até a primeira parada: Dunguaire Castle (Kinvara).


Infelizmente e justamente no meu dia, tivemos um probleminha e o motorista decidiu parar no Castelo somente na volta do Cliffs, já que o castelo fica bem no “começo” do tour. Mas ao chegarmos lá, o horário de visitação do Castelo já tinha acabado. Mas a parada valeu a foto e a vista MARAVILHOSA! O castelo foi o Palácio Real de Guaire Aidhne, rei de Connacht, em 1520.

Logo após passarmos em frente ao Castelo, seguimos em direção à Aillwee Cave. Para os de estômago fraco (como eu), recomendo um remédio contra enjôo durante essa parte do percurso, hahaha. São muitas curvas, ladeiras e buracos. A visita à caverna é paga, não lembro exatamente quanto – mas algo entre 2 e 5 euros.


A Aillwee Cave é uma das cavernas mais antigas da Irlanda. A visita é acompanhada por um guia que explica toda a história por trás da descoberta da caverna, a localização e as características. Em determinado momento da visita, todas as luzes são apagadas e experimentamos a sensação de “escuridão completa”. Nossos olhos não conseguem se adaptar à escuridão e a sensação é quase desesperadora, hahaha! É muito incrível e, pra mim, foi a melhor parte do tour. 

 

Finalmente os Cliffs of Moher!

Saindo da caverna, seguimos em direção ao tão esperado Cliffs of Moher. Eu tava com uma expectativa tão grande que, ao chegar lá, juro que quase chorei. Toda a vista é deslumbrante, algo que te faz perder o ar. Infelizmente eles dão apenas 1h30min pra conhecer o local, o que eu achei bem pouquinho já que, além de andar devagar, eu queria parar e contemplar o local! Hahaha. Esse é um dos motivos pelos quais quero voltar e passar o dia inteirinho! Tem muita coisa pra se explorar por lá.

 

Eles não fazem tour guiado pelos Cliffs, então a visitação é livre. O lugar é maravilhoso pra contemplar, tirar fotos. Então recomendo um tour com mais tempo livre, porque são muitos cantinhos a serem descobertos. Recomendo também um tênis bom, já que são muitas subidas e descidas que chegam a cansar hahahaha <3


Acho que até hoje esse foi o lugar mais lindo que já vi na minha vida! Demos a sorte de ir num dia de sol, então a vista estava mais linda ainda.

E você? Qual o lugar mais bonito que você já visitou? O Cliffs of Moher já entrou na sua travelist? Me conta aqui embaixo! Em breve sai post com mais opções de turismo pela Irlanda, prometo!

Um beijo da Rafa <3




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Não é Berlim, é Dublin! — A Primeira Semana: Perdida na Cidade

quinta-feira, 6 de outubro de 2016


Olá, coisas lindas! Como prometido, cá estou eu para contar como foi a minha primeira semana na Ilha da Esmeralda. Esse post tá saindo um pouquinho depois do que eu gostaria, até porque minha vida anda meio bagunçada, mas eu juro que vou compensar nos próximos posts pra tentar terminar a série sobre a Irlanda no finalzinho de outubro. Ok?

Pra quem tá pegando o bonde andando, eu conto nesse post aqui quais foram as minhas primeiras impressões e experiências em solo europeu. Situados? Então vamos lá!


LEIA MAIS SOBRE INTERCÂMBIO EM DUBLIN:

      
Bom, quem achou que depois dos 5 dias mais sofridos do meu intercâmbio tudo finalmente ficou perfeito, tô aqui pra dizer que: foi eita atrás de eita! HAHAHA. Apesar das coisas terem começado a dar certo, eu ainda tive que passar por muito sufoco, já que sou a pessoa mais perdida do mundo! Após os 5 dias no primeiro Hostel, muito chororô e saudade de casa, eu FINALMENTE comecei as aulas na escola de inglês e me mudei para o Hostel da Egali. Mas, como eu disse: Muitos baques estavam por vir logo no meu primeiro diazinho de aula.


A decepção com a escola de inglês:

Quando fechei meu pacote com a IPB, eles haviam me dito que a IBAT (escola em que eu estava matriculada) ficava em Dublin 2, ou seja, ficava bem pertinho (uns 15min andando) de onde eu estava hospedada. Eu até tinha ido visitar o local pra me encontrar, porque, como eu disse, sou muito perdida. Entretanto, para a minha surpresa, ao chegar no local fui informada de que minha aula seria em outro prédio, que se encontrava a 2km de distância do campus onde eu achei que seriam as minhas aulas. Imagina que desespero bateu! ANDAR DOIS QUILÔMETROS PRA ACHAR AQUELE PRÉDIO!!! E aí lá fui eu, sozinha e desesperada, atrás de um táxi pra encontrar o bendito local das aulas

E aqui vai uma dica da Rafinha: Táxi em Dublin é caro, mas todos os taxistas que tive a oportunidade de conhecer foram super gentis e sempre me ajudavam com tudo.

Foi super tranquilo encontrar o prédio, mas acabei me decepcionando um pouquinho com a estrutura, já que eu esperava uma coisa totalmente diferente do que me fora proposto pela agência e pela própria escola.

IBAT COLLEGE

O primeiro dia de aula:

Meu primeiro dia de aula não foi exatamente de aula. Tivemos um teste de nivelamento e eu acabei ficando no Upper Intermediate, que é como se fosse um pós-intermediário. Fiquei um pouco decepcionada com o nível em que me colocaram, mas como meu inglês andava meio enferrujadinho, não dei muita importância. Os livros são concedidos pela própria escola, mas é um material de apoio: No final do curso, o livro deverá ser devolvido pra escola, e você não precisa pagar nada pelo material.

Bom, logo no primeiro dia na IBAT conheci duas pessoas MARAVILHOSAS que me acompanharam durante todo esse mês em Dublin (e que me ouviram falar da minha paixonite a viagem toda, haha). Como elas ficaram em uma acomodação bem pertinho da minha, aproveitamos a volta para casa pra conhecer um pouco do caminho que faríamos para a escola (quase 6km todo dia), dar uma volta pela O'connell Street e conhecer o famoso supermercado TESCO.

Minha experiência no Egali Hostel:

Após essa loucura toda de conhecer o centro, fui atrás do hostel em que ficaria hospedada pelo resto da minha viagem: O Egali Hostel. Apesar de ser um hostel, eu posso dizer que me sentia em casa toda vez que chegava lá. Todos os funcionários do hostel são brasileiros, super prestativos, ADORAM conversar (haha), e me ajudaram muito durante toda a viagem. Além disso, dei a sorte de conhecer muita gente especial nesse hostel, que vou levar no meu coração pro resto da vida. 

O Egali Hostel fica localizado na Parnell Street, uns 2 minutinhos a pé da O'Connell (a avenida principal do centrão de Dublin) e é perto de tudo que você imaginar: Ponto de ônibus, restaurantes, cinemas, shoppings, do famoso Temple bar, do Tesco... ENFIM! Eu confesso que não gostava taaanto assim da localização, mas não por conta do hostel, mas porque toda a minha rotina (escola e boy magia rsrs) ficava mais afastada do centro. Mas nada que o ônibus não resolvesse!

Sobre utilizar ônibus em Dublin:

Já que toquei no assunto ônibus, vamos ao alerta da Rafinha:

ÔNIBUS EM DUBLIN É MUITO CARO E COMPLICADO! Primeiro que são valores diferentes pra cada distância percorrida. Não me lembro ao certo todos os valores, mas sempre pagava 2.70 no ônibus que eu costumava pegar pra Dublin 4, local onde ficava a casa da minha paixonite. Eu ainda vou explicar direitinho essa história, juro haha  Enfim, o Dublin Bus só aceita moedas e, caso você não tenha a quantia exata de moedas, eles não devolvem o troco na hora. O motorista emite um tipo de "comprovante" e você tem que ir na central pra buscar o seu troco. Ou seja: Adeus dinheiro na hora.

Mas apesar de todas essas complicações, não sofri muito com os ônibus, já que o Google Maps e o app do Dublin Bus me ajudavam bastante, pois me informavam exatamente qual e onde eu deveria pegar o ônibus, e nos principais pontos de ônibus eu sempre encontrava uns painéis eletrônicos não muito confiáveis que avisavam em quantos minutos o ônibus chegaria. Ah, outro ponto positivo do Dublin Bus era que a maioria das linhas possuía uma espécie de letreiro (em inglês e em irlandês) que avisava qual seria o próximo ponto de parada do ônibus. Pra quem é perdido como eu, é uma baita de uma ajuda!



Finalmente conhecendo a cidade:

Com a mudança de localização, pude conhecer melhor o centrão de Dublin, como a O'Connell, a Parnell e A MELHOR RUA PRA SE GASTAR O QUE NÃO DEVE: A Henry Street. Pensa na variedade de loja que tem nessa rua? Tem de Pull&Bear à Forever 21, Penneys, Mac, loja plus size *yay* Foi uma loucura, quase fali! Sem contar que por lá tem um Tesco gigante, onde eu sempre fazia umas comprinhas pra cozinhar. Lá é super movimentado e sempre tem umas atrações culturais ao ar livre — Músicos, gente desenhando e até escultura de areia.

Também na primeira semana de aulas, a minha escola fez um passeio para o Memorial Garden — Sim, normalmente a IBAT faz uns passeios para os pontos turísticos de Dublin toda a semana, não é um amor?! O Irish National War Memorial Gardens é um jardim construído em homenagem aos soldados que serviram ao exército Irlandês e à exércitos aliados, e que perderam a vida lutando na Primeira Guerra Mundial. Ele fica localizado em D8, pertinho da fábrica da Guinness, e é um dos lugares mais lindos que já visitei na minha vida! É um jardim (jura?) e por isso a diversidade de flores é imeeeeensa. Como aqui na minha cidade não temos muitos parques ou jardins, eu fiquei deslumbrada com tudo o que vi por lá, desde as construções rodeadas de flores maravilhosas até um largo enorme que tem por ali. O ambiente é maravilhoso pra sentar, ler um livro, fazer um piquenique e até se você tiver afim de só pensar na vida mesmo haha. É bem tranquilo e é de graça, ou seja: Vale muito a pena a visita.

Bom, essa foi a minha primeira semana em Dublin! Sei que ainda não comentei sobre os principais pontos turísticos e sobre os pubs, mas prometo que o próximo post vem recheado de Rafinha bêbada na Irlanda e um micão tour a cada parágrafo HAHAHA. Não deixa de passar aqui pra ler! E ah, deixa o seu comentário! Vou adorar responder todos <3 


MAS PERA AI, RAFA! E A HISTÓRIA DE AMOR?! 

Momento Romance *musiquinha romântica de fundo* 

Como comentei no último post, eu (como se não bastassem todos os problemas) me fiz o favor de me apaixonar no meu intercâmbio. É isso mesmo que vocês leram!!! Decidi comentar aos pouquinhos sobre essa partezinha maravilhosa da minha viagem, então, daqui pra frente, todos os posts vão conter o "Momento Romance do Intercâmbio" até porque boa parte das minhas experiências na Irlanda foram ao lado dele, hahaha. 

Eu conheci o dito cujo no primeiro hostel que fiquei hospedada. Ele ficou no beliche em frente ao meu, e acabamos por nos conhecer ali mesmo, no quarto de um hostel. Acontece que eu estava assistindo uma série, e ele me perguntou o que eu estava assistindo. Eu, claro, disse que estava assistindo GoT (mas, na real, eu tava assistindo gossip girl HAHAHAHA), e ele perguntou se poderia assistir comigo. Então, pra disfarçar o micão, comecei a puxar muitos assuntos com ele e fui fechando o notebook e, assim, acabamos esquecendo da série e conversamos durante um longo tempo, hahahaha. 

Bom, ele está em Dublin estudando e acabou no mesmo hostel que eu porque precisava de um lugar pra dormir até achar um apartamento próximo à universidade. Ele acabou achando o apartamento no mesmo dia em que eu mudei de Hostel e eu, claro, pensei que NUNCA que um homem daqueles ia querer algo comigo depois de sair do hostel, mas um dia depois ele me convidou pra conhecer o apartamento e DAM DAM DAM DAM: Acabamos ficando o mês inteirinho juntos, haha. 

O que fizemos nesse tempo? Teve date? Qual a identidade "secreta" do boy magia? Vocês ainda estão juntos? 

Bom, meus caros, isso só nos próximos capítulos, haha. 

Um beijo bem apertado da Rafa. <3


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Não é Berlim, é Dublin! — Primeiras Impressões: Desamor à Primeira Vista

terça-feira, 9 de agosto de 2016


Olá, coisinhas lindas dessa minha vida! Como vocês estão? Com saudades da Rafa?!

Como vocês devem saber (ou não), eu voltei da Europa no finalzinho de junho e até hoje sofro com uma depressão pós-Europa. Mas o que pode ser melhor pra curar essa saudade do que relembrar o comecinho da minha viagem com vocês?

Bom, como expliquei no post anterior, eu entrei na Europa por Lisboa, em um voo da TAP. Então, nada mais justo do que começar as minhas primeiras impressões pela primeira parte da viagem: O voo.


LEIA MAIS SOBRE INTERCÂMBIO EM DUBLIN:


Voando de Salvador à Lisboa pela TAP:

Eu, do fundo do meu coração, não recomendaria a TAP para ninguém. Entretanto, ela foi a melhor opção pra mim. Por quê?

Pontos positivos: Eu ODEIO passar muito tempo em aviões. E a maioria dos trajetos SSA-DUB duravam cerca de 21h, com mil e uma escalas. E o voo SSA-LIS tem duração de 8h. Ou seja: Era perfeitinho pra mim, que queria passar pouco tempo dentro de um avião. O preço também é bem em conta, raramente você vai achar um voo SSA-LIS pela TAP que custe mais de 2.400 reais. As refeições servidas também são muito boas, e os comissários de bordo eram super gentis e atenciosos.

Pontos negativos: O voo é bem desconfortável. Além do pouquíssimo espaço dentro da aeronave, a TAP não dispõe de muitas opções de entretenimento: Você não tem a opção de escolher o que você vai assistir. A TAP oferece apenas uma quantidade limitada de canais, com uma programação própria. Quase uma TV aberta! O mesmo acontece com os canais de música, você escolhe uma estação e ouve uma "playlist" escolhida pela TAP, que se repete a cada 1h. UM SACO!

Bom, pousando em Lisboa, após as 8h de um voo super desconfortável, descobri que não sou muito fã dos portugueses. Talvez eu estivesse cansada demais ou acostumada demais com a receptividade dos brasileiros, mas achei os portugueses muito mal educados e grosseiros. Alguém mais que já foi a Portugal também achou isso?

AEROPORTO DE LISBOA | FOTO: FLICKR

O Aeroporto de Lisboa também não é lá dos melhores: É pequeno, difícil de achar uma tomada e, como eu disse, as pessoas eram muito grosseiras quando eu precisava de alguma informação. Pra quem está viajando pela primeira vez e sozinho: Não recomendo.

Pra completar essa experiência maravilhosa (hehe), um cara da imigração ainda me parou e me pediu pra abrir minha mala. Tirou TODAS as minhas roupas de dentro e me fez mil perguntas. Entendo que era o trabalho dele, mas eu já estava tão exausta de tudo que esse foi o ápice da minha péssima experiência em Portugal.

Voando de Lisboa à Dublin pela IBERIA:

Após esperar 5h pelo voo que me levaria para Dublin, finalmente embarquei para o meu destino final, pela IBERIA, com uma pequena escala em Madrid. Como era um voo "doméstico", a aeronave era menor e não tinha muito conforto, Mas, honestamente, achei mais confortável que a aeronave da TAP. Como vocês podem perceber, eu tive muitos problemas com Portugal hahahaha — mas prometo que no último post da série eu venho contar coisas maravilhosas sobre Lisboa que só descobri na volta!

Assim como o de Lisboa, o aeroporto de Dublin também é pequeno e não possui muito pra oferecer. Como passei correndo nas duas vezes em que estive lá, talvez eu tenha deixado algo passar. A imigração foi super tranquila, eles pediram os documentos básicos exigidos e foram super gentis!

FOTO: GOOGLE

A chegada em Dublin:

Dublin oferece MUITAS opções pra quem deseja se deslocar do Aeroporto para o centro — ou até mesmo para outras partes da cidade. Além da linha de ônibus (o famoso ônibus n° 16) que levam até o centro, existem opções como o Aircoach que funciona 24h. Além disso, diversos brasileiros anunciam transfers pelo Classificados Dublin, e eles cobram algo em torno de 20 euros (mais do que isso pra mim é absurdo, haha). Quer saber mais sobre o assunto? O E-Dublin tem um post completinho sobre como ir do aeroporto para o centro de Dublin.

Ao chegar em Dublin, sozinha, estressada e meio perdida, optei por pegar um táxi, já que não conhecia NADA da cidade. Hoje eu vejo o quanto poderia ter economizado se eu fosse um pouquinho menos insegura. No trajeto Aeroporto – Dublin 2 (parte sul do centro, onde ficava localizado o meu primeiro hostel) paguei 20 euros. Na época, isso valia quase uns 90 reais. Ou seja: MUITO caro pra quem planejava economizar.

Logo no caminho pude sentir aquele friozinho (e não só na barriga, haha) e pude observar a área mais afastada da cidade, já que o aeroporto fica há uns 13km do centro. As casas eram TODAS IGUAIS e a cidade tinha uma aparência meio cinza, já que Dublin é definitivamente a cidade da chuva. Ou seja: Foi desamor a primeira vista! HAHAHA.

KINLAY HOSTEL


A primeira semana no Hostel:

Eu cheguei em Dublin no dia 18 de maio, e minha reserva no hostel onde eu passaria o prmeiro mês só começava no dia 23 de maio. Ou seja: Precisei reservar minhas 5 primeiras diárias em Dublin em um Hostel diferente.

Então, o primeiro Hostel em que fiquei hospedada foi o Kinlay, localizado na Lord Edward Street, Dublin 2. O ponto alto desse Hostel com certeza foi a localização! Ele ficava pertinho do centro, quase do lado do Temple Bar e era do lado de uma das minhas ruas favoritas em Dublin: A Dame Street! (meu coração fica em pedacinho todas as vezes que olho essas fotos). Não é um Hostel maravilhooooso, mas pelo preço (110 euros por 5 dias), era limpinho e quase confortável. 

Eu dividi um quarto com mais 5 pessoas nesse hostel. Pra mim, que nunca precisei dividir quarto, os dois primeiros dias foram horríveis. Longe de casa, com pessoas que eu nunca tinha visto na vida, em uma cidade que NUNCA FAZIA SOL, sem internet, sem Google Maps – e, consequentemente, sem muito o que fazer – eu ficava boa parte do tempo dentro do quarto. Sim, eu cheguei muito bobinha e vocês precisam me perdoar, porque foi a minha primeira viagem internacional E a minha primeira viagem COMPLETAMENTE SOZINHA!

AQUELE SOL DE TODOS OS DIAS, SÓ QUE NÃO HAHAHAHAHAHA

Chorei nas minhas duas primeiras noites lá e morria de vontade de voltar pra casa. Eu nunca tinha passado tanto tempo longe do conforto da minha casa, pensava que não ia conseguir ficar tanto tempo longe da minha família. (Acreditam nisso??? QUE LOUCA!) Mas acabei conhecendo pessoas MARAVILHOSAS nesse Hostel, me apaixonei pela Dame Street, por tudo que consegui conhecer desse pedacinho de Dublin e por uma pessoa em especial.

"O quê??? Você se apaixonou no meio do seu intercâmbio?"
Dam dam dam dam: Isso é assunto pros próximos posts! Hahaha.

FOTO: GOOGLE

Bom, voltando pra Dame... ela tem uma quantidade absurda de restaurantes e pubs e, como eu ainda não sabia dos paranauê da cozinha no hostel, nesses 5 primeiros dias acabei fazendo todas as minhas refeições na rua. Gastava em média uns 8 euros por dia (o que pra mim era um absurdo), mas dava pra comer direitinho.

Comprando um chip de celular para sobreviver na cidade:


Também nos primeiros dias precisei comprar um chip, já que a internet do hostel não era das melhores, e não é muito fácil encontrar free wi-fi nas ruas de Dublin. Escolhi o chip da 3 (Three), que era a operadora que quase todo mundo usava (E QUE TINHA INTERNET ILIMITADA, EU DISSE I L I M I T A D A, ~ILIMITADA~ hahahahaha), além de ligações gratuitas para a mesma operadora. Paguei 20 euros pelo plano e foi o dinheiro mais bem gasto da minha vida. Até rotear pro notebook pra assistir minhas séries na Netflix eu conseguia! (ALÔ ANATEL, AJUDA A GENTE!!!)



Feita a compra do chip, tudo ficou muuuito mais fácil pra mim: Basicamente virei a melhor amiga do Google Maps e pude explorar cada pedacinho do centro, das regiões mais afastadas e descobrir coisas maravilhosas sobre a cidade que foi o meu lar por um mês inteirinho.

E aí? Querem saber como foram as duas primeiras semanas do meu intercâmbio? Como foi o começo das aulas e quais foram as minhas "paixões de intercâmbio" na Ilha da Esmeralda? Aguardem os próximos posts! Tenho muita coisa pra contar e muitas fotos maravilhosas pra compartilhar aqui!

Comenta aqui embaixo e segue a gente nas redes sociais!

Um beijão,
Rafa Torres.


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Não é Berlim, é Dublin! — Ampliando o roteiro de viagem

sexta-feira, 27 de maio de 2016

FOTO: FLICKR

Olá, mores da minha vida! Quem aí ficou com saudade da Rafa? Porque eu tava morreeeeeeeeendo de saudades de postar aqui! Hahaha.

Bom, primeiramente quero me desculpar pelo tempo que fiquei sem postar e sem atualizar vocês sobre a viagem. Meu primeiro semestre na Faculdade de Direito da UFBA (sim, eu mudei de curso, mas isso já é história para um outro post, haha) está me deixando sem tempo pra muita coisa. Muita correria, muitas provas, muita coisa pra estudar e muita série pra atualizar. Sendo assim, espero (de verdade) que vocês me desculpem por essa ausência e que continuem acompanhando o desfecho do projeto #RafaEmDublin, hahaha.

Bom, já falamos da escolha da agência, já falamos da hospedagem e me dei conta de que não tinha feito um post sobre as passagens, embarque e a extensão da minha viagem!

LEIA MAIS SOBRE INTERCÂMBIO EM DUBLIN:

Intercâmbio em Dublin: O Início de Tudo

FOTO: PINTEREST

Escolhendo a passagem aérea ideal para o meu orçamento:

Como vocês já sabem, eu tenho planos de ampliar a viagem e conhecer outros países que fazem parte da União Europeia (JÁ QUE ESTAMOS NA EUROPA, VAMO APROVEITAR, NÉ MESMO? HAHA). Pensando nisso, resolvi investir em uma passagem de Salvador para Lisboa e outra de Lisboa para Dublin, já que a TAP faz umas promoções M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-A-S pro trajeto Salvador-Lisboa. Assim, poderia tirar um diazinho para conhecer outro destino da Europa!

Não lembro se já comentei no post anterior, mas comprei a passagem no finalzinho de agosto e ela ficou por 2200 reais (de Salvador para Lisboa, ida e volta). Achei o preço ótimo, já que viajo no início da alta temporada na Europa. Pela TAP, companhia aérea em que comprei a passagem, você pode dividir em até 10x sem juros, o que pode ajudar alguns desprovidos de riqueza, como euzinha!

VANTAGEM: Para quem optar por pousar em outro país da Europa, além de poder garimpar por uma passagem mais baratinha, também pode tirar um ou dois dias para conhecer o país.

DESVANTAGEM: O peso máximo de bagagem cai de 32kg para 23kg, já que em viagens dentro da União Europeia o limite máximo de bagagem é esse ): Mas você pode adquirir um limite maior, pagando uma taxa que sai em torno de 50 euros. Eu não pretendo pagar essa taxa, até porque não vou levar taaaanta coisa assim na ida. (E SIM, AINDA VAI TER POST SOBRE A MINHA MALA! HAHAHA)

FOTO: FLICKR

Até então, assim ficou o meu roteiro:

Quando embarco: 17 de maio de 2016, às 5pm (nota da editora Steph: sim, já tem uma semana que ela chegou lá, e ta adorando! Em breve vai rolar muuuuuitos posts da Rafa sobre toda essa experiência linda!). O voo é direto e com duração de aproximadamente 10h.
Quando chego em Lisboa: 18 de maio as 06am. Vai ter post sobre as primeiras impressões da Europa!
Quando embarco para Dublin: No mesmo dia, 18 de maio, mas um pouco mais tarde. Chego no mesmo dia.

Também precisei comprar outra passagem Lisboa-Dublin, que ficou por 546 reais a ida.

Ampliando a viagem:

E resolvi ampliar a viagem justamente na volta, já que fiquei com uns 4 dias de "folga" para aproveitar! Os quatro dias serão no final do meu intercâmbio na Irlanda, após o penúltimo dia de aula. Local escolhido? Madrid!

MADRID | FOTO: FLICKR

Como uma das minhas melhores amigas vai estar em Madrid bem na época da minha viagem, vou poder passar os 4 maravilhosos dias lá, com MUITAS COMPRAS e muitas fotos! Sem contar que ela conhece Madrid como a palma da mão e fez um roteiro pra gente poder aproveitar ao máximo esses dias lá. (Eat, sleep, TRAVEL, repeat). Paguei 265 reais pela passagem Dublin-Madrid, pela IBERIA, e irei pra lá no dia 16 de junho, no finalzinho da tarde.

Como minha passagem de volta, saindo de Lisboa, é para o dia 20 de maio, optei por ir de Madrid para Lisboa de trem, pois CUSTA APENAS 36 EUROS! (Será que já estou amando esse lugar???) Infelizmente não vou conseguir ver mais do que o Aeroporto de Lisboa (e o trajeto da estação para o aeroporto), mas vou tentar comer um pastel de belém, só pra fazer jus ao carimbo no passaporte, hahaha. O percurso leva em torno de 9h, mas não tem limite de bagagem (YUPI!). Então como vou fazer a maioria do meu e$trago em Madrid, vou ter essa vantagem!

FOTO: FLICKR
Ainda estou pensando em incluir Londres na minha viagem, mas tenho medo de não conseguir conhecer muita coisa em um final de semana. E vocês? Já foram em Londres ou Madrid? O que conseguiram conhecer em pouco tempo??? Deixem dicas aqui nos comentários, e perguntas também, prometo tentar responder todos!

Um grande beijo, e até o próximo episódio da série #RafaEmDublin!


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Você conhece o Salão do Estudante?

terça-feira, 6 de outubro de 2015


Como vocês já sabem, nós, daqui do Não é Berlim, somos loucas por viagens e um dos nossos maiores sonhos é fazer intercâmbio. A Rafa já está bem pertinho de ter essa experiência maravilhosa na vida dela, e eu espero que logo logo chegue a minha vez também! Hahahahahaha.

Todo ano, aqui em Salvador (e em mais algumas principais cidades do país) rola o Salão do Estudante, uma feira de intercâmbio onde agências e universidades privadas se disponibilizam para apresentar os tipos de programas e tirar as dúvidas de quem, assim como a gente, também pensa em estudar no exterior. E o melhor de tudo é que o evento é 0800! Isso mesmo, a entrada é gratuita! Dessa vez, o evento rolou há umas duas semanas e meia, e como eu tinha ido no ano passado (e adorei, inclusive) com umas amigas, arrastei a Bela e a Rafa pra elas conhecerem. (Resultado: também amaram! Hahahaha)

Para ganhar o convite para participar da feira, é necessário realizar um cadastro no site deles, onde colocaremos nossas informações como nome, e-mail, telefone para contato e até nossas preferências de intercâmbio. Daí, logo na entrada do Salão, há uma bancada de credenciamento, onde damos o convite e recebemos um crachá com nosso nome e um código de barras para que, no stand em que visitarmos, os representantes escaneiem e salvem todos os nossos dados, colocados pela gente no nosso cadastro. Assim, após o evento, eles poderão entrar em contato com a gente já sabendo direitinho o que planejamos fazer no exterior. Não é incrível?

LOOK DO DIA + CRACHÁ COM O NOME E O CÓDIGO DE BARRAS
OS REPRESENTANTES DOS STANDS COLETANDO OS DADOS DOS ESTUDANTES PELO ESCANEAMENTO (FOTO: FACEBOOK)

Depois de pegarmos o crachá, recebemos uma sacolinha linda de plástico com algumas revistas (incluindo o catálogo do salão mostrado na primeira foto do post) e nela podemos guardar também todos os panfletos e revistas das agências e universidades presentes. Depois, entramos no evento e temos a tarde e o início da noite inteirinha pra visitar todos os stands e conversar bastante com os especialistas de cada uma delas sobre os programas de estudo ou trabalho oferecidos pelas mesmas.

Tem empresa do mundo inteiro! EUA, Canadá, América Latina, Portugal, Reino Unido, Alemanha, Suíça, Austrália e muito mais! Tirei até algumas fotos dos stands pelo celular, mas as fotos oficiais que saíram no Facebook do Salão do Estudante ficaram bem melhores (óbvio), então resolvi pegá-las pra mostrar melhor pra vocês como é que rola:


Durante a feira, também ficam rolando diversas palestras sobre as empresas e seus programas. Aqui tinham duas salas, mas só demos uma passadinha na primeira por motivos de: não achamos a outra (kkkkkkkkkkkkk).

HORÁRIOS DAS PALESTRAS DE UMA DAS SALAS + RAFINHA REPRESENTANTE DA IRLANDA

No final de tudo, tínhamos uma sacola cheia de informações e uma vontade ainda maior de vivenciar essa experiência tão incrível que é fazer intercâmbio. Penso bastante em estudar inglês lá fora, mas também quero muito ser uma Au Pair. Espero que dê tudo certo pra mim! *oremos*


PANFLETOS QUE RECEBEMOS NO EVENTO



Já tinham ouvido falar da feira? O que acharam dela?

Com amor,
Steph.


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